Cada vez mais longe do futuro

Independente de concluirmos um período de ano pandêmico, obrigando o fechamento de escolas em geral, um aspecto negativo na formação dos jovens é o decréscimo contínuo do ingresso de alunos em cursos técnicos do país. Atualmente, só 11% dos jovens recebem a necessária educação profissional tecnológica – EPT -, em contraste com países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que registram 42% de matrícula e presença. O atual governo “obtuso-raiz” não faz a menor força pra mudar esse preocupante quadro. A questão é a seguinte: se o mundo abraça a tecnologia – e seus parques tecnológicos de ponta – como estarão os jovens brasileiros do futuro frente a frente com os equipamentos que mandarão no mundo moderno?

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