A marionete Cármen Lúcia

Há muito que o blog aponta a impostura da ministra do STF. Em 2017 publicamos que a dama de preto evitou a perda de mandato do então senador Aécio Neves. Foi um golpe de traição ao povo mineiro, a imagem cortês, douta e de isenção da magistrada, na verdade, dissimulava sua subserviência à elite oligárquica dominante. Posteriormente falamos também do seu voto decisivo para anulação da sentença que condenou Aldemir Bendine proferida por Sérgio Moro e referendada nas instâncias superiores. Nesse processo ficou clara a conveniência de se posicionar contra a Lava Jato. Portanto, não há surpresa alguma assistirmos à ministra ultrajar sua toga, trocar seu voto e agora aceitar a suspeição do juiz Sérgio Moro sem uma sustentação jurídica convincente. O mantra de Pazuello encontra fiéis também no STF: “Uns mandam, outros obedecem”.

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