O presidente do PL, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, padrinho da nomeação da deputada federal Flávia Arruda para a Secretaria-Geral do governo, foi discriminado acintosamente, ontem, na posse da sua afilhada. Ele sentou numa ponta, ao seu lado deveria ficar o vice-presidente da República que não ficou, pulou uma cadeira e ficou um vazio. Bem verdade que ele foi acusado, julgado e condenado, cumpriu prisão, mas o governo Bolsonaro está cheio dessa gente.