(Ir)responsabilidade social III – Energia de engorda

Esse “arranjão” conduzido in off pela sumidade PAULO PEDROSA ficou evidente quando, no ano seguinte e após forte lobby da ABRACE, PEDROSA assumiu a Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia, quando então passou a botar sua cara na tela de forma ostensiva na defesa dos grandes consumidores. Vejam que baita negócio!!! Essa prorrogação que nemamigoneminimigo chamará de “esquemão” tem gerado lucros exorbitantes, mas também exóticos. Empresas que possuem geração própria como a BRASKEM, DOW e GERDAU, após comprarem energia baratíssima sob modelagem da Lei nº 13.182/2015, revendem praticamente tudo ao mercado cativo (sistema nacional) quando a tarifa está nas alturas. Se formos analisar, por exemplo, o balanço da BRASKEM e da DOW, veremos que o faturamento decorrente da venda de energia é algumas vezes maior do que a atividade primária dessas empresas. A equação é simples: 1) as gigantes compram energia barata da ELETROBRAS e CHESF para utilização própria; 2) quando os reservatórios sofrem queda de níveis e a tarifa do sistema sobe, elas ligam suas térmicas para consumo e, pasmem, 3) vendem a eletricidade comprada a preço de banana e repassam com preço estratosférico, sobrando para todo o cidadão brasileiro a conta desse business, denominado “energia de engorda”. Atenção TCU!!!!

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