Acarajé com laranja II

Se tem dois promotores que assustam políticos e empresários quando o assunto é improbidade administrativa, eles se chamam Rita Tourinho e Luciano Taques Guignone, ambos do Ministério Público do Estado da Bahia. Tourinho é quem toca a ação de improbidade que apura caixa 3 da Itaipava e Odebrecht para com o PT baiano. No caso do acordo agora anulado, além dos motivos narrados pela assessoria de imprensa do MP local, não é nenhum segredo que dentre os sócios do Consórcio que abocanharia os milhões dos cofres soteropolitanos estão Carlos Laranjêra e outros. Ex-OAS, Laranjêra detinha relações quase que familiares com o velho ACM e, há quem diga, seria uma espécie de “linha de aço” do falecido senador. Também corre nos bastidores da política baiana que a condução do tal acordo teria sido feita por um ex-membro da gestão de Acm Neto, não se sabendo se na condição de advogado ou de humilde consultor.

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