Um erro imperdoável

Ontem, o atual titular do Ministério da Saúde informou que fechou acordo de recebimento de 15,5 milhões de doses da vacina Pfizer para serem entregues nos próximos meses, já a partir desse mês de abril. Marcelo Queiroga estava visivelmente orgulhoso e, justiça se faça, está correndo atrás do prejuízo que foi deixado pelo antecessor general Pazuello. Aliás, esse capítulo de negociações frustradas entre o Ministério da Saúde e a Pfizer vai dar “muito pano pra manga” na CPI Covid. Só pra lembrar: em junho do ano passado, no primeiro contato com o laboratório americano, ocasião em que esnobamos o fornecedor mundial de vacinas, o Brasil tinha 59.656 mortos e 1.408.485 contaminados. Agora, cerca de 300 dias depois do primeiro contato e negativa do governo federal, conseguimos, finalmente, fechar a compra do imunizante (já usado há muito tempo em dezenas de países sérios). Só que nesse longo intervalo entre compra-não compra, a contabilidade macabra covid-19 no Brasil já alcança 358.718 óbitos e 13.601.566 pessoas contaminadas. Faltou vacina e sobrou vírus!

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