Treze por cento de vacinados. O Brasil merece mais

Em ritmo vacilante de prazos de entrega e quantitativos de doses a menos enviadas aos estados, continua o Programa Nacional de Imunização (PNI) não dando conta da tarefa de ampliar, exponencialmente, a cobertura de vacinados pelo país. Estados e municípios até se esforçam em administrar esse “cobertor curto” de doses distribuídas à conta-gotas, mas crescem os reclamos da população, principalmente dos públicos não inseridos nos grupos de risco iniciais. E as críticas deságuam nos gestores locais, que nada podem fazer para melhorar o andamento da vacinação comandada pelo governo federal. Esta semana em Salvador, dentre outras capitais, motoristas de ônibus (sempre lotados) ameaçaram parar de vez enquanto não forem também imunizados. Motoristas de caminhões de carga também. Deficientes visuais também. Médicos veterinários também. A ansiedade é cada vez maior…

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