Um general destemido e indomável II

Dias atuais de 2021, Bolsonaro quer distância do antigo colaborador, exonerado poucos meses depois de empossado no cargo, por completa falta de afinidade política com o general Santos Cruz, atualmente um dos maiores propagadores de conceitos e frases críticas ao jeito pessoal e público do capitão-presidente gerir o Brasil. Em mais uma saraivada de críticas, Santos Cruz diz estar envergonhado pela decisão do Exército de não punir o general Eduardo Pazuello por ter participado de um ato político com o presidente. E, no seu jeito incisivo de ser, detona seus torpedos ao hoje desafeto e poderoso líder público, “Procura desrespeitar, desmoralizar pessoas e enfraquecer instituições”; “A cada dia, Bolsonaro avança mais um passo na erosão das instituições”. É dele o conceito básico sobre o conjunto da obra Bolsonaro na gestão do país: “É um show de incoerência, de falta de condições mínimas para gerenciar uma crise”. FECHA O PANO!

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