Em busca de votos

Convictos de que o posto de governador do Rio de janeiro, por ora ocupado com o ex-vice-governador do cassado Wilson Witzel, Cláudio Castro, apresenta fissuras, e de trato excessivamente bolsonarista, partidos políticos fluminenses se organizam para disputar as urnas de 2022. E, sinal dos tempos, para lograr êxito, as costuras internas e a oratória partidária merecerão muito mais cuidado ao se dirigirem ao eleitorado. Ou seja: nem tanto à esquerda, nem tanto à direita… e com cuidado quando estiver no meio. Difícil postura política, mas não impossível. Esta semana, um dos candidatos mais festejados do eleitorado fluminense – o deputado Marcelo Freixo, do PSOL – deixou o partido tido como excessivamente xiita pelos brasileiros da classe média, e vai engrossar as fileiras do PSB. Agora, empunhando bandeira partidária menos radical, e com uma possível aliança com o PT estadual (posição que o antigo partido não aceitava), Freixo tem tudo para conquistar as urnas em 2022 na cabeça da chapa majoritária. O eleitorado carioca e fluminense deixou de ser radical desde quando Leonel Brizola saiu de cena no Rio de Janeiro…

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