Sem freios

Os jovens do ano de 2040 haverão de dizer, em tom de zoação, que “um tal de Bolsonaro era um bobo da corte que chefiava um país pandêmico da América do Sul em 2021, onde mais de meio milhão de pessoas morreram em menos de um ano por um perigoso vírus mundial”. Já o jovem e o adulto dos dias atuais, já perceberam que o homem público Jair Bolsonaro vestido com a faixa presidencial é um provocador por natureza, desde os primeiros dos seus sete mandatos parlamentares. Vive à luz das intrigas, das agressões em todas as direções e do mau comportamento diário, que beira, em alguns momentos, a bizarrices que incomodam àqueles que respeitam seus semelhantes vitimados pela pandemia em todo o mundo. Ao afirmar, através de um discurso de improviso, mas planejado, que é contra o uso de máscaras e que já demandou providências ao seu ministro da saúde para providenciar viabilizar seu mais novo capricho – flexibilizar o uso das máscaras entre os brasileiros – Bolsonaro dá mais um tapa na cara de toda a opinião pública. O seu negacionismo com relação à pandemia já passou dos limites do aceitável. Está em estado terminal.

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