Crimes solucionados II

Em Porto Alegre, a direção do grupo Carrefour correu atrás do prejuízo institucional após a divulgação do crime, auxiliando as investigações policiais, e criando uma cultura antirracista na empresa. Além disso, ressarciu integralmente a família da vítima com a provisão de uma indenização milionária. Em Salvador, o mega-empresário dono do Atakarejo, Teobaldo Costa, ainda não tomou as providências que todos esperam em auxílio aos familiares das duas vítimas. Talvez aguardando a “poeira baixar”. Entretanto, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vem conseguindo elucidar o duplo homicídio apoiado no serviço de inteligência da SSP; na primeira fase da operação policial, deflagrada um mês após os crimes, foram presas oito pessoas entre traficantes do bairro do Nordeste de Amaralina e seguranças do supermercado. Ontem, na segunda fase da Operação Retomada, foi preso o responsável por descartar os corpos do tio e do sobrinho, executados. O caso policial fechou. Falta, agora, a direção do Atakarejo cumprir com suas obrigações legais e sociais.

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