Justiça não pode chegar atrasada

Mesmo que com ritmo ainda vagaroso, começa a andar o carro da justiça que envolve o crime do Grupo Atakarejo, em Salvador, onde dois homens – tio e sobrinho – foram flagrados furtando pacotes de carne, detidos por funcionários do supermercado, sumariamente julgados… e, a seguir, entregues para traficantes do bairro vizinho onde a loja se localiza para sofrerem execuções fulminantes. O crime do Atakarejo baiano, muito mais grave e impactante do que o caso semelhante – de agressão e morte de cliente em compras – ocorrido no Carrefour do Rio Grande do Sul está agora com a Justiça da Bahia, movida por ação cível pública promovida pela Defensoria Pública do estado da Bahia no valor de R$200 milhões. A pena pecuniária, caso seja definida a culpabilidade do grupo alimentício, será revertida na promoção de reparos de danos social, moral e coletivo causado à população baiana negra e consumidora.

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