A lei do retorno II

Michelle não agrega valor à campanha do marido. Seu discurso é ultrapassado, conservador, religioso. E parece falso; de última hora. E é! “A mulher deve ser ajudadora do marido”, soou ainda pior aos ouvidos femininos, mais do que os 200 améns que ela já proferiu nos últimos dias atrás dos votos das mulheres. Ela fala sempre mais do mesmo, embora seja melhor articulada na linguagem que o marido, mas não formula, repete o discurso do culto, que é do pastor, um homem. Mulheres pensam e sustentam suas casas. Muitas são chefes de família, sabem direitinho o valor de um litro de leite e lembram muito bem das agressões de Bolsonaro a elas.

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