O que seria a salvação da campanha do presidente Bolsonaro, a entrada e participação ativa de sua mulher Michelle para atrair os votos femininos, revelou-se outro tiro no pé: não surtiu nenhum efeito entre grande parte das mulheres, que estão determinadas a não votar no capitão de jeito nenhum. Uma verdadeira muralha, assim como os votos dos mais pobres e dos nordestinos. Por aqui não passa. É a lei do retorno. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Bolsonaro, que humilha as mulheres há anos, inclusive a sua, amarga índices entre o eleitorado feminino que lhe impedem de crescer na reta final da campanha. Ele não é a resposta aos dramáticos apelos de Michelle.