O deputado federal Paulo Magalhães, assim que foram iniciados os trabalhos da CPMI dos golpistas, interpelou o presidente da comissão, o também baiano Arthur Maia, dizendo que não ficaria porque o governo é maioria, tinha de partir para o confronto e não fazer nenhum tipo de concessão. Maia, assustado, pediu calma ao seu companheiro da Bahia, mas de nada adiantou. Paulo Magalhães se levantou, abandonou a comissão e não voltou.