O ex-presidente Jair Bolsonaro pode ficar inelegível para além de 2030, período já decidido pela condenação imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral, na sexta-feira. Isso porque uma representação do Ministério Público Federal junto ao Tribunal de Contas da União, em consequência do resultado no TSE, pede a análise do impacto nos cofres da União do encontro com os embaixadores, no Palácio da Alvorada, em julho do ano passado, razão da inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Caso o plenário do TCU aceite a representação do MPF, será solicitado a Bolsonaro a devolução aos cofres públicos da despesa feita irregularmente.