O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, tem sido alvo de críticas contundentes por sua frequente presença em viagens e compromissos externos, em detrimento do tempo dedicado ao despacho com sua equipe. A conduta do líder estadual tem suscitado debates acalorados sobre o direcionamento e a eficácia de sua gestão. Diversos opositores apontam que a rotina intensa de viagens pode afetar a atenção de Rodrigues para os problemas internos enfrentados pelo estado, levando a questões de priorização e foco em momentos cruciais para a Bahia. Enquanto o governador tem se empenhado em compromissos fora do gabinete, alguns críticos argumentam que os problemas locais requerem uma liderança presente com foco na gestão. Além disso, há relatos de atrasos em decisões importantes e projetos governamentais que não saem do papel e que necessitam da supervisão e orientação direta do chefe do executivo estadual. A ausência frequente do governador nos órgãos de governo tem suscitado críticas em relação à liderança efetiva na administração do estado, o que pode afetar a capacidade de resposta do governo diante de desafios emergentes.