São milhares as reclamações de consumidores contra o plano de saúde HAPVIDA, que lançou ações na bolsa com a intenção de se tornar uma gigante do setor. Ocorre que seu plano de negócios, baseado em política de baixas mensalidades, não tem como dar certo, pois com baixa receita ela replica a fórmula para os baixos custos, e com isso compromete os serviços. A fama que a mesma ganhou não é de plano de saúde, mas de plano de corredor da morte, pois o consumidor que tiver algo mais sério e precisar de tratamento, as chances de morrer são grandes. O índice de erros médicos e a quantidade de processos que a empresa está respondendo por isso é gigante. Será que ela lança essa contingência de processos no balanço?