A pressa do deputado federal Arthur Maia, do UB da Bahia, e presidente da CPMI dos atos golpistas, em encerrar a CPMI tem preocupado vários integrantes do colegiado. Maia evitou o quanto pode levar o ex-presidente Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle para depoimento na CPMI. Agora, quer encerrar e surpreendentemente está defendendo as Forças Armadas quando a CPMI ainda tem muito o que apurar.