Brasileiras bolsonaristas, que idolatravam Trump como símbolo de liberdade, agora enfrentam um choque de realidade: o presidente vetou o turismo de nascimento, prática que permitia a elas darem à luz em Miami e garantirem cidadania americana para os filhos. O “sonho americano” virou pesadelo, e o líder que tanto admiravam mostrou que “America First” não inclui bebês brasileiros. Entre selfies patrióticas e bonés dos EUA, resta a contradição: como seguir adorando quem fechou as portas para elas? Talvez seja hora de repensar o fascínio pelo exterior ou aceitar que o passaporte azul ficou (bem) mais distante.