Vulnerabilidade do sistema

A justificativa de ciberataque não colou. As autoridades descartaram logo essa possibilidade para evitar o desgaste sofrido na Espanha, no episódio da explosão de bombas no metrô de Madrid na sucessão do presidente José María Aznar. A tentativa precipitada de responsabilizar o ETA pelo ato terrorista foi um tiro no pé, quando se provou que os autores foram outros. Para os especialistas, o apagão foi em decorrência da vulnerabilidade do sistema com excesso de energia intermitente de origem solar e eólica, que torna muito difícil a operação, situação semelhante ao que ocorre no Brasil atualmente.

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