A pouco tempo da aposentadoria no Tribunal de Contas da União (TCU), o fim da carreira do ministro Aroldo Cedraz não está sendo nada auspicioso. No escândalo dos descontos indevidos do INSS, o seu nome está sendo apontado pelos próprios colegas como responsável pela demora na suspensão dos irregulares saques nas contas dos aposentados. Teria partido dele a iniciativa de incluir em acordão, à revelia da área técnica, um dispositivo que facilitou a revalidação dos descontos associativos para as entidades investigadas pela PF (Polícia Federal) e a CGU (Controladoria-Geral da União). Especula-se que o amor paternal influenciara a suspeita decisão daquele que já fora deputado federal pela Bahia.