A ação da Polícia Federal mais uma vez em um bairro grã-fino de Salvador confirma o engano de quem ainda pensa que os agentes dos crimes moram apenas nas favelas e são todos pretos e pobres. Quem desceu algemado pela operação da PF ontem, em Salvador, está longe desse perfil. Não tem a tez escura, mora em imóvel luxuoso, traja-se com as grifes mais caras e circula nos bólidos mais sofisticados pela cidade, quando não está a passear pelo mundo. Também não é filho de “zé-ninguém”. Tem sobrenome vetusto.