Crime com requintes de crueldade e frieza, o esquartejamento do cinegrafista apavorou a sociedade baiana. Isso foi há 30 anos, hoje os soteropolitanos convivem com registros frequentes de cadáveres humanos encontrados em sacos pelas avenidas da cidade. Não são mais casos episódicos causados por insanidades congênitas. São ações violentas pensadas e executadas pelas facções criminosas com o objetivo de causar terror social.