Estranha no ninho

Não que uma reunião de chefes de estado precise ser um “clube do bolinha”, até porque competentes mulheres ocupam esses cargos em vários países. O problema é a sensação do “tudo demais é sobra”. A primeira-dama Janja da Silva tem sido uma “estranha no ninho”. O que justifica a presença dela na Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada em Pequim, na China? É turismo à custa do erário? Ela, na Rússia, já tinha pegado mal.

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