Economia do assistencialismo

A reclamação é geral. No interior da Bahia, a escassez de mão de obra é crescente para atividades laborais não só no campo como também nas cidades. Caça-se trabalhador para a colheita e serviços. Na capital, a situação não está muito diferente. Indiscutivelmente contribui ao desinteresse por essas dignas ocupações a política assistencialista dos governos baiano e federal do PT, apoiada na concessão de benefícios sociais que supera o número de empregos formais no estado. 

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑