Infiltração criminosa

A infiltração da bandidagem no aparelho de estado baiano é flagrante. Mais de dois mil policiais respondem a processos administrativos sob suspeita de envolvimento com o crime organizado. Na Assembleia Legislativa da Bahia, um deputado estadual apontado por investigações da Polícia Federal de vinculação com facções até hoje não foi convocado ao Conselho de Ética da Casa. Na Câmara Municipal de Salvador, há casos de clientelismo entre vereadores e traficantes. Parentes desses criminosos são contratados como assessores para garantir o acesso dos políticos aos bairros dominados pelo crime organizado.

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