Enquanto em São Paulo os principais players do ramo imobiliário prevêem uma recuperação para o segmento de escritórios para o final deste ano, no Rio a história é bem diferente. Com o excesso de oferta e a ressaca incurável do pós-olimpíada, a expectativa é que o segmento só dê sinais de recuperação no final de 2018. Isso se o cenário político não piorar mais.
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