Belo Horizonte e Rio de Janeiro, que até o ano passado se destacavam entre as capitais brasileiras pela exemplar gestão de seus prefeitos, já sofrem a consequência de suas escolhas. Em apenas dois meses de gestão, Alexandre Kalil e Marcelo Crivella já demonstraram, por diversas vezes na prática, que não levam o menor jeito para prefeito. Um grande investidor imobiliário acredita que eles não terão nem a capacidade de manter o legado de seus antecessores, e que as cidades terão quatro anos de trevas.
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