Carrefour matou um e paga indenização

Decorridos seis meses do caso do espancamento e morte de João Alberto Freitas, homem negro que foi espancado e morto por seguranças em uma unidade de Porto Alegre, o grupo Carrefour conseguiu fechar o acordo para pagamento da indenização para a viúva da vítima. Não se sabe quanto. Além disso, nesse período, prestou apoio aos familiares da vítima, fez mudanças internas nas políticas da empresa priorizando combate ao racismo nas organizações, e incluiu uma cláusula antirracista em todos os seus contratos firmados com 10.000 fornecedores. Aos poucos, tenta apagar a mancha do hediondo crime na história da empresa.

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