Um crime ainda carente de justiça II

Tão grave quanto o crime do Atakarejo da Bahia, mostrando uma parceria criminosa entre funcionários e bandidos justiceiros, é a falta de empenho e providências sociais e legais por parte da direção do Grupo, liderado pelo mega-empresário Teobaldo Costa, um ex-feirante da histórica feira popular de Salvador – Água de Meninos – e que enriqueceu no ramo alimentício da Bahia. No caso anterior do Carrefour gaúcho de justiça com as próprias mãos, os diretores ressarciram a família do cliente espancado e morto em uma de suas lojas, e implementou mudanças radicais na estrutura e no funcionamento da empresa em todas as lojas. Já no caso do Atakarejo da Bahia, o proprietário Teobaldo passou a direção dos negócios para um dos filhos, e o grupo alimentício, apesar de milionário e possuindo 23 lojas no estado, ainda não se apresentou para as providências. Nem com a família das duas vítimas entregues e sacrificadas pelo crime organizado, nem com a opinião pública baiana. Espera-se a justiça total…

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