Crime no Atakarejo Bahia: punição pela metade

Os treze denunciados pelo Ministério Público da Bahia pela morte de tio e sobrinho, detidos após furtarem carne no supermercado Atakarejo e, de imediato, entregues para os traficantes da vizinhança pelos próprios funcionários da loja, podem ir a júri popular, segundo a promotora de Justiça Ana Rita Cerqueira Nascimento. Entre os treze acusados, estão três funcionários do Atakarejo: Agnaldo Santos de Assis, Claudio Reis Novais e Cristiano Rebouças Simões. “O Agnaldo, gerente geral da loja, tinha hierarquicamente o poder de decisão”, acredita a promotora. O trabalho da polícia baiana foi rápido e muito elogiado por todos… mas restam outras questões. A investigação policial subirá para “outros andares” do grupo alimentício? A Justiça vai cobrar a responsabilidade criminal da empresa Atacadão Atakarejo? O proprietário-empresário Teobaldo Costa será chamado à responsabilidade social e financeira com relação aos familiares dos mortos? A empresa planeja desenvolver projetos educacionais entre seus funcionários? Enquanto não forem resolvidas essas demandas, o crime não estará resolvido.

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