O contribuinte baiano sofre no bolso, mas não perde a piada. Em tom de pilhéria, diz que, depois do “rei do lixo”, foi ungido, pelo deus Mamom, o “rei da taxa do lixo”. É muita realeza para tanta pobreza.
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O contribuinte baiano sofre no bolso, mas não perde a piada. Em tom de pilhéria, diz que, depois do “rei do lixo”, foi ungido, pelo deus Mamom, o “rei da taxa do lixo”. É muita realeza para tanta pobreza.