Viajar pela Gol virou sinônimo de frustração. Aeronaves velhas e decadentes, sem Wi-Fi, sem carregador de celular e com conforto precário. A experiência do passageiro degringolou junto com a saúde financeira da empresa. A Gol parece parada no tempo, enquanto concorrentes avançam em tecnologia e atendimento. Em crise, a companhia aérea perdeu o rumo — e a paciência dos passageiros. A pergunta que fica: até quando a Gol continuará voando tão baixo?