A indústria baiana segue estagnada, com previsão de crescimento modesto de 2,2% em 2025, conforme a FIEB. A economia permanece excessivamente dependente do setor petroquímico, sem avanços significativos na diversificação industrial. As frequentes viagens do governador Jerônimo Rodrigues à China resultam em anúncios sem concretude. A fábrica da BYD em Camaçari enfrenta desafios operacionais e atrasos e não deverá passar, por muitos anos, de uma simples importadora de veículos finalizados. Além disso, não há novos projetos industriais relevantes em andamento. A Bahia carece de uma política industrial robusta e eficaz.