O programa “Agora Tem Especialistas”, lançado pelo governo federal, prevê mutirões, telessaúde e parcerias com a rede privada para reduzir filas no SUS. Embora bem-vindas, essas ações são paliativas. A solução estrutural exige a implantação de pelo menos 500 policlínicas no modelo bem-sucedido da Bahia, com centros regionais de diagnóstico e de especialidades. Além disso, é fundamental ampliar a formação de especialistas, criando mais vagas de residência médica financiadas pelo Ministério da Saúde. Sem isso, continuaremos enxugando gelo.