Governança em xeque II

Como a reestruturação das dívidas que deu aos grandes bancos privados o privilégio de terem ações da Braskem ocorreu em grande parte durante a gestão do ex-presidente Michel Temer, ex-presidentes dos bancos estatais terão muito o que explicar. No Banco do Brasil, por exemplo, um ex-executivo de carreira e braço direito do ex-presidente do banco Paulo Caffarelli, que liderou grande parte das negociações do BB com a empreiteira baiana, deixou a instituição para trabalhar como executivo do Santander, um dos beneficiários da negociação. O próprio Caffarelli foi premiado pelo Bradesco, outro grande beneficiário da negociação, com a presidência da Cielo.

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